REFLEXÕES POÉTICAS SOBRE RESISTÊNCIA DIGITAL NA OBRA ARTÍSTICA DO CIBERPAJÉ
Resumo
O Ciberpajé ou Edgar Franco é um artista transmídia, mago psiconauta, instrutor universitário cujo trabalho é um xamanismo digital fundamentado na lógica de rede. Mas, para Byung-Chul Han, o sujeito contemporâneo reside em uma "prisão de luz", exposto de forma fetichista completamente à luz como algo bom, ainda que o poder crítico e a alteridade desapareçam. Neste ensaio, interpretamos a obra do Ciberpajé em relação à crítica de Han; investigamos se e como as produções performativas, gráficas e teóricas do Ciberpajé dialogam com a acusação de que o ativismo digital se torna um espetáculo narcisista. E questionamos se seu "artivismo" é uma resistência real ou se, paradoxalmente, joga o jogo da visibilidade que pretende denunciar.
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Direitos de Autor (c) 2026 Wellington Lima Amorim, Daniel Fraga Castro

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Artigo aceite em 2026-01-12
Artigo publicado em 2026-02-23















