REFLEXÕES POÉTICAS SOBRE RESISTÊNCIA DIGITAL NA OBRA ARTÍSTICA DO CIBERPAJÉ

  • Wellington Lima Amorim Maria Nazaré Lima Amorim e Alcides Amorim
  • Daniel Fraga Castro Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Palavras-chave: Ativismo Digital; Ciberpajé; Psicopolítica

Resumo

O Ciberpajé ou Edgar Franco é um artista transmídia, mago psiconauta, instrutor universitário cujo trabalho é um xamanismo digital fundamentado na lógica de rede. Mas, para Byung-Chul Han, o sujeito contemporâneo reside em uma "prisão de luz", exposto de forma fetichista completamente à luz como algo bom, ainda que o poder crítico e a alteridade desapareçam. Neste ensaio, interpretamos a obra do Ciberpajé em relação à crítica de Han; investigamos se e como as produções performativas, gráficas e teóricas do Ciberpajé dialogam com a acusação de que o ativismo digital se torna um espetáculo narcisista. E questionamos se seu "artivismo" é uma resistência real ou se, paradoxalmente, joga o jogo da visibilidade que pretende denunciar.

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Biografia Autor

Daniel Fraga Castro, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Possui graduação em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2002), graduação em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2009) e mestrado em Lingüística e Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2011). Doutor em Letras pela Pontifícia Universidade católica (2017).Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Teatro, atuando principalmente nos seguintes temas: intertextualidade, angústia da influência, desleitura cênica, direção teatral e imaginário teatral.

Publicado
2026-02-23
Como Citar
Lima Amorim, W., & Fraga Castro, D. (2026). REFLEXÕES POÉTICAS SOBRE RESISTÊNCIA DIGITAL NA OBRA ARTÍSTICA DO CIBERPAJÉ. Rotura – Revista De Comunicação, Cultura E Artes, 6(1). https://doi.org/10.34623/2184-8661.2026.v6i1.499
Artigo recebido em 2025-08-04
Artigo aceite em 2026-01-12
Artigo publicado em 2026-02-23